O Hezbollah sofreu um grande golpe de Israel e respondeu com pouco mais do que um sussurro simbólico em termos militares.
Agora é oficial: o Hezbollah recuou após as Forças de Defesa de Israel (IDF) assassinarem seu chefe das forças especiais da Radwan, Ahmad Ghaleb Balout, em 6 de maio.
Havia uma incerteza significativa sobre como o grupo responderia ao assassinato de Balout, que poderia ser visto, de certa forma, como o terceiro oficial mais importante do Hezbollah ainda vivo. Desde quarta-feira, as IDF têm emitido repetidamente alertas públicos sobre uma potencial escalada significativa no lançamento de foguetes contra o norte de Israel.
Antes do assassinato de Balout, o lançamento de foguetes contra o norte de Israel havia praticamente cessado por cerca de um mês, mas o Hezbollah intensificou os ataques disparando alguns foguetes contra o Norte. O Hezbollah tem disparado um número reduzido de foguetes e drones em direção ao norte de Israel desde o final da semana passada, incluindo várias vezes ao longo do dia de domingo.
A esperança israelense era que a morte de Balout fizesse o Hezbollah parar de atacar o norte de Israel e, pelo menos, limitar seus ataques aos soldados das Forças de Defesa de Israel no sul do Líbano, onde os militares já atuam. Não está claro se esse objetivo será alcançado. Mas também era possível que o Hezbollah interpretasse o ataque como o fim definitivo do cessar-fogo. Em vez disso, até agora, parece que o grupo optou por uma escalada muito leve. De certa forma, o Hezbollah ainda leva vantagem, pois continua ameaçando o norte de Israel e, em alguns aspectos, até mais do que antes.


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