O grupo cibernético Handala reivindicou uma grande falha de segurança, supostamente vazando as identidades completas de 60 oficiais superiores da Unidade Egoz, uma unidade de elite de comandos das Forças de Defesa de Israel (IDF).
Em um comunicado divulgado pelo grupo, o Handala zombou da reputação da unidade, observando que, embora "Egoz" signifique "Noz" em hebraico — um nome que pretende projetar dureza —, eles agora foram expostos como "nozes ocas".
"Talvez seja hora de eles abandonarem a guerra de guerrilha e colherem nozes; eles podem ter mais sucesso nisso", dizia o comunicado.
A Unidade Egoz é especializada em reconhecimento, guerra em montanha e operações de contraguerrilha, particularmente ao longo da fronteira com o Líbano. No entanto, o Handala afirma que esses "caçadores" agora se tornaram a "caça" pelas "sombras da resistência".
O grupo caracterizou ainda os oficiais não como militares comuns, mas como “terroristas” cúmplices de crimes de guerra e ataques brutais em toda a região.
A alegação mais significativa no comunicado envolve o suposto comprometimento de localizações físicas. O Handala afirmou ter obtido as coordenadas precisas de todas as bases da Unidade Egoz e ter encaminhado esses dados para os drones guiados por fibra óptica do Hezbollah.
“De agora em diante”, alertou o grupo, “nem mesmo as montanhas e florestas lhes oferecerão abrigo”.

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