Nigéria : Estado Islâmico da Província da África Ocidental ataca acampamento militar do Exército

 


Foram relatadas baixas entre militares após suspeitos de pertencerem ao Estado Islâmico da Província da África Ocidental  (ISWAP) atacarem um acampamento militar nigeriano em Pulka, estado de Borno, na noite de sábado.




Fontes locais relataram que o ataque durou aproximadamente uma hora e meia, durante a qual intensos tiroteios foram ouvidos por toda a cidade. Dados do Sistema de Gerenciamento de Riscos e Incidentes de Incêndio (FIRMS) indicam que o acampamento foi incendiado durante o ataque. 
Várias baixas entre militares foram relatadas, embora os números oficiais ainda não tivessem sido divulgados até o fechamento desta edição. Agentes de segurança teriam respondido ao incidente, mas detalhes sobre o resultado de eventuais contra-operações permanecem incertos.


Na sexta-feira, o SaharaReporters noticiou que suspeitos de pertencerem ao Boko Haram sequestraram cinco civis em Doro Baga, uma comunidade na Área de Governo Local de Kukawa, estado de Borno, em meio a uma nova onda de insegurança no nordeste da Nigéria. 
O ataque teria ocorrido na manhã de sexta-feira, quando militantes armados invadiram um mercado de peixes local, sequestrando cinco moradores. As vítimas foram sequestradas por volta das 7h da manhã enquanto compravam peixe fresco no movimentado mercado. Um especialista em segurança, Zagazola Makama, revelou o incidente, citando fontes familiarizadas com o ocorrido. As vítimas foram identificadas como Alhaji Sani Boyi, Bullama Dan Umaru, Baba Inusa, Abubakar Jan Boris e Mallam Shaibu. Segundo relatos, elas foram cercadas pelos insurgentes armados e levadas para um destino desconhecido, causando pânico entre os comerciantes e moradores da comunidade pesqueira, que tem sofrido repetidos ataques de grupos insurgentes que operam na região do Lago Chade. Informações indicam que tropas da Operação HADIN KAI, sob o Setor 3, juntamente com membros da Força-Tarefa Conjunta Civil (CJTF) e caçadores locais, responderam imediatamente após receberem pedidos de socorro dos moradores. Fontes de segurança revelaram que informações relevantes já haviam sido coletadas sobre a movimentação dos atacantes e a possível localização das vítimas sequestradas. Doro Baga e as comunidades vizinhas continuam vulneráveis ​​a ataques e sequestros por parte de combatentes do Boko Haram e do ISWAP, que seguem visando pescadores, agricultores e comerciantes, apesar das operações militares em curso na região.

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