As forças militares colombianas mataram pelo menos 15 membros do grupo armado ELN durante uma ofensiva contra o narcotráfico, acordada entre os presidentes Gustavo Petro e Donald Trump, segundo o último balanço oficial divulgado nesta quinta-feira (5 de fevereiro de 2026).
O ataque ocorreu na quarta-feira na região de Catatumbo, na fronteira com a Venezuela, após o primeiro encontro na Casa Branca entre Petro e Trump, no qual eles amenizaram as divergências e prometeram combater conjuntamente guerrilheiros e cartéis de drogas. O Exército havia inicialmente relatado sete mortos nesta ofensiva, que incluiu bombardeios e ataques de artilharia em meio à densa vegetação da selva e plantações de coca. Um oficial do Exército disse à AFP que as forças americanas não participaram da operação. Segundo o Exército, trata-se de uma "operação de alta precisão que está em andamento desde o amanhecer nos municípios de El Tarra e Tibú", no departamento de Norte de Santander.
Drones encontrados em acampamentos desmantelados
Após os bombardeios, o exército desmantelou diversos acampamentos pertencentes ao grupo armado e encontrou drones, "mais de 200 granadas", 15 fuzis, várias pistolas e "abundante munição", disse o general Hugo López, comandante das Forças Armadas, em entrevista à Blu Radio.
Petro e Trump concordaram na terça-feira, na Casa Branca, em combater conjuntamente três dos principais líderes criminosos da Colômbia: Iván Mordisco, dissidente das FARC; Chiquito Malo, do Clã do Golfo; e Pablito, terceiro no comando do Exército de Libertação Nacional (ELN). Em rejeição a esses acordos, o principal cartel de cocaína, conhecido como Clã do Golfo, interrompeu as negociações de paz que mantinha com o governo no Catar.



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