Parece, só parece...que essa 'tigrada' na verdade não quer ou pouco se importa com a eleição de Flávio Bolsonaro.
Pelo que conheço da extrema direita raivosa brasileira, e olha que nos fins dos anos 60 minha mãe teve por 8 anos, em meados e final dos anos 60, um companheiro que era prócer do terrorismo , terorismo mesmo, inclusive sendo o fundador e líder do MAC - Movimento Anti Comunista no Rio de Janeiro, essa turma investe , pór incrível que possa parecer na reeleição do Lula e da esquerda.
Parece, só parece...que essa 'tigrada' na verdade não quer ou pouco se importa com a eleição de Flávio Bolsonaro.
Pelo que conheço da extrema direita raivosa brasileira, e olha que nos fins dos anos 60 minha mãe teve por 8 anos um companheiro que era prócer do terrorismo , terrorismo mesmo, inclusive sendo o fundador e líder do MAC - Movimento Anti Comunista no Rio de Janeiro, essa turma investe , pór incrível que possa parecer na reeleição do Lula e da esquerda.
Veja abaixo quem era o companheiro de minha mãe....
O coronel Carlos Ardovino Barbosa foi uma figura central nos anos 60 no antigo estado da Guanabara (atual município do Rio). Ele atuou como chefe do policiamento ostensivo e do serviço secreto da polícia fluminense durante o governo de Carlos Lacerda.
O Atentado de 1962 e o "Arsenal" no Escritório
Durante as investigações e em depoimentos posteriores colhidos pela Justiça e por comissões, descobriu-se que os explosivos e o material de sabotagem haviam sido escondidos e armazenados em uma sala comercial. O detentor da sala afirmou publicamente que havia emprestado a chave de seu escritório ao coronel Carlos Ardovino Barbosa, e que o espaço acabou sendo usado, à revelia do proprietário, para guardar aquele "arsenal" clandestino de explosivos
A atuação do coronel Carlos Ardovino Barbosa com o MAC (Movimento Anticomunista) no início dos anos 1960, no Rio de Janeiro, foi de liderança, colaboração e facilitação logística nos bastidores, conectando seu cargo público na segurança do Estado a ações paramilitares de extrema-direita.O MAC foi uma organização terrorista e paramilitar clandestina que realizou diversos atentados a bomba, pichações e ameaças contra alvos de esquerda, sindicatos e representações diplomáticas comunistas no período pré-golpe de 1964. A participação de Ardovino Barbosa com o grupo se destaca principalmente por dois fatores:
1. O elo logístico e o "Arsenal" no Edifício Avenida Central
A evidência mais contundente do envolvimento de Ardovino com o MAC surgiu após a tentativa de atentado à bomba contra a Exposição Soviética, no Pavilhão de São Cristóvão, em maio de 1962.
Durante as investigações do caso, descobriu-se que o material do grupo paramilitar ficava escondido no Centro do Rio. O proprietário de uma sala comercial, o informante e colaborador de segurança militar John Watters, declarou publicamente em depoimentos posteriores que havia emprestado as chaves do seu escritório diretamente ao coronel Carlos Ardovino Barbosa.
Segundo Watters, Ardovino repassou o acesso do local para os integrantes do MAC, transformando a sala comercial em um depósito clandestino com cerca de 200 a 300 quilos de dinamite e materiais de sabotagem do movimento. Na imprensa e em panfletos da época, Ardovino foi duramente denunciado pela esquerda como cúmplice e protetor do terrorismo do MAC.
2. Posição Institucional e Cobertura Política
Naquela época, Ardovino Barbosa era o Chefe do Policiamento Ostensivo da Guanabara sob o governo de Carlos Lacerda. Lacerda e o próprio Ardovino faziam forte oposição ao comunismo e ao governo de João Goulart.
A atuação de Ardovino no MAC se dava de forma estratégica:
Vantagem de Inteligência:
Por comandar o policiamento e ter trânsito livre nos órgãos de repressão (como o serviço secreto fluminense), ele oferecia uma espécie de "blindagem" ou vista grossa para que militantes radicais do MAC agissem pelas ruas do Rio de Janeiro.
Discurso Ideológico: Ardovino assumia publicamente uma postura agressiva e radical anticomunista. No Clube Militar, chegou a discursar apropriando-se de forma orgulhosa do termo pejorativo "gorila" (termo usado pela esquerda para designar os militares golpistas e de extrema-direita), o que o tornava uma liderança natural para os jovens e sargentos que integravam o MAC.
Essa rede de contatos que unia Ardovino Barbosa, o MAC e as salas comerciais do Centro do Rio serviu como laboratório para a formação de diversos agentes que, anos mais tarde, atuariam ativamente nos órgãos oficiais de repressão da Ditadura Cívico-Militar
Isso agravaria, segundo a visão desse pessoal várias crises economicas e politicas no Brasil que permitiria a ascenção dessa extrema direita, que , acredito, eles não veem representada por Flávio que nos seus mandatos na ALERJ demonstrou ser um político que negocia politicamente com váris forças do centro.
Sabe-se lá...?
Isso agravaria, segundo a visão desse pessoal várias crises economicas e politicas no Brasil que permitiria a ascenção dessa extrema direita, que , acredito, eles não veem representada por Flávio que nos seus mandatos na ALERJ demonstrou ser um político que negocia politicamente com váris forças do centro.
Sabe-se lá...?
Segadas Vianna - jornalista


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