A mídia iraniana noticiou a execução de duas pessoas acusadas de “liderar protestos” durante os distúrbios do último inverno e de “destruir propriedade pública”.
A agência de notícias Mizan informou na segunda-feira, 1º de junho, que as sentenças de morte de dois homens, identificados como Ashkan Maleki e Mehrdad Mohammadinia, foram executadas. Segundo a reportagem, o judiciário iraniano os acusou de “danificar propriedade pública”, “colaboração com os Estados Unidos e Israel” e envolvimento em confrontos com as forças de segurança. O judiciário também afirmou que os recursos apresentados pelos dois homens foram rejeitados pela Suprema Corte do Irã.
Anteriormente, o Irã havia relatado a execução de outras duas pessoas em 25 e 26 de maio sob acusações semelhantes.
Seis dias atrás, Abbas Akbari foi executado sob a acusação de “liderar tumultos” e, cinco dias atrás, Gholamreza Khani foi executado sob a acusação de “espionagem para Israel”. O aumento das execuções no Irã após os protestos do último inverno e a guerra de 39 dias entre os Estados Unidos e Israel contra Teerã gerou grande preocupação entre as organizações de direitos humanos.


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