Em pronunciamento na televisão nacional, o representante do exército maliano, Suleiman Dembele, afirmou que o inimigo sofreu perdas significativas em todas as áreas onde enfrentou as forças de segurança e defesa, acrescentando que pelo menos 80 militantes foram eliminados.
Imagens transmitidas pela televisão mostraram os corpos dos militantes mortos, juntamente com suas armas e veículos. Nenhum outro detalhe operacional foi fornecido.
Os eventos de 25 de abril no Mali fazem parte de uma escalada coordenada e mais ampla no conflito de longa data do país entre o governo militar e grupos insurgentes armados.
De acordo com reportagens de diversos veículos internacionais, incluindo Reuters e AP, grupos armados lançaram ataques simultâneos em várias cidades no início de 25 de abril, visando instalações militares em Bamako, Kati, Mopti, Gao e Kidal, usando armas pesadas e ataques terrestres coordenados. O exército do Mali respondeu enfrentando os atacantes em diversas regiões, declarando posteriormente que a situação estava “sob controle”, embora ainda realizasse amplas operações de segurança nas áreas afetadas. Esses ataques estão ligados a redes jihadistas como o JNIM e facções separatistas tuaregues como o FLA, refletindo um nível raro de coordenação entre os atores insurgentes no norte e centro do Mali.
A ofensiva é considerada uma das escaladas de segurança mais significativas dos últimos anos, evidenciando a instabilidade contínua, apesar do governo liderado pelos militares no Mali e do apoio de parceiros externos de segurança.




Nenhum comentário:
Postar um comentário