Sete guerrilheiros foram mortos em bombardeio militar na Colômbia


 As forças militares colombianas mataram sete guerrilheiros em um bombardeio, em meio à ofensiva do presidente Gustavo Petro contra o narcotráfico, após pressão de Washington, informou o governo nesta terça-feira.

Perto do fim de seu mandato, em 7 de agosto, o presidente de esquerda endureceu sua política de segurança, intensificando a perseguição a organizações armadas financiadas pelo tráfico de cocaína. Os guerrilheiros mortos no recente bombardeio no departamento de Antioquia (noroeste) pertenciam a um dos grupos comandados por Iván Mordisco, o guerrilheiro mais procurado do país, escreveu o ministro da Defesa, Pedro Sánchez, em comunicado oficial.


Entre os mortos estava Ramiro, o principal líder dessa organização criminosa dedicada ao narcotráfico e a outros crimes que afetam comunidades há décadas, acrescentou o ministro.

Em 9 de março, as autoridades colombianas anunciaram a captura de dois irmãos de Iván Mordisco, o líder guerrilheiro mais procurado do país, em duas operações que reforçaram o cerco em torno de seu "círculo de confiança mais próximo", informou o Ministério da Defesa nesta segunda-feira.

Os irmãos, conhecidos como Conejo e Jota, foram capturados em duas operações distintas na sexta-feira e na segunda-feira no município de Falán, no departamento de Tolima (oeste da Colômbia), anunciou o ministro da Defesa, Pedro Sánchez, em um vídeo. Andrés Vera, conhecido como Conejo, foi capturado na segunda-feira enquanto tentava embarcar em um ônibus para "fugir da região" após a prisão de seu irmão Juan Gabriel Vera, vulgo Jota, no mesmo município rural, segundo um comunicado do Ministério da Defesa. Conejo era responsável pelo "apoio logístico" às estruturas de Mordisco e à sua "expansão criminosa em direção ao centro do país", afirmou o general William Rincón, diretor da Polícia Nacional.

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