O Estado Islâmico reivindicou a responsabilidade, no sábado, por dois ataques contra militares do exército sírio no norte e leste da Síria, sinalizando o que descreveu como uma nova fase de operações contra a liderança do país.
O grupo terrorista afirmou, por meio de sua agência de notícias Dabiq, que havia atacado "um indivíduo do regime apóstata sírio" na cidade de Mayadin, na província de Deir al-Zor, usando uma pistola, e atacado outros dois militares com metralhadoras na cidade de Raqqa, no norte do país.
O Ministério da Defesa da Síria afirmou, em comunicado, que um soldado do exército sírio e um civil foram mortos no sábado por "agressores desconhecidos". Uma fonte militar disse à Reuters que o soldado pertencia à 42ª Divisão do exército.

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