Ataque das Forças Armadas da Colômbia deixa sete guerrilheiros mortos


A Colômbia matou sete guerrilheiros na quarta-feira, depois que os presidentes Gustavo Petro e Donald Trump prometeram atacar conjuntamente os chefões do narcotráfico, levando um poderoso cartel a abandonar as negociações de paz no país assolado pela violência. O ministro da Defesa colombiano, Pedro Sánchez, nomeou os alvos como Iván Mordisco, o rebelde mais procurado da Colômbia; Chiquito Malo, comandante do cartel Clã do Golfo; e Pablito, um líder guerrilheiro do ELN que opera perto da fronteira com a Venezuela.


Tropas americanas não estiveram envolvidas na operação perto da fronteira com a Venezuela, disse um oficial do exército, e uma fonte militar afirmou que o ataque foi planejado antes das conversas entre Trump e Petro na terça-feira. Após o anúncio de terça-feira sobre a ação conjunta contra chefões do narcotráfico, incluindo seu comandante, o Clã do Golfo — o cartel mais poderoso da Colômbia — disse que estava se retirando "temporariamente" das negociações de paz que começaram no Catar há cerca de cinco meses. Grupos paramilitares de direita surgiram na Colômbia na década de 1980 para combater guerrilheiros marxistas que haviam pegado em armas contra o Estado duas décadas antes, com o objetivo declarado de combater a pobreza e a marginalização política, especialmente nas áreas rurais.

Uma infinidade de grupos armados adotou a cocaína como sua principal fonte de renda, dando origem a uma rivalidade por recursos e tráfico que continua a colocá-los uns contra os outros e contra o Estado.

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