Pelo menos 41 pastores fulani teriam sido mortos em uma operação de segurança transfronteiriça envolvendo vigilantes nigerianos, soldados e milícias locais da vizinha República do Benim

 


O incidente ocorreu em comunidades fronteiriças entre o estado de Níger, na Nigéria, e partes do norte do Benim, onde agentes de segurança realizaram incursões em assentamentos fulani sob a alegação de que alguns moradores estariam atuando como informantes do grupo jihadista Ansaru.

De acordo com fontes locais, a operação envolveu buscas de casa em casa, com vários suspeitos presos, enquanto outros teriam sido baleados durante a repressão. A incursão foi descrita como um esforço conjunto entre grupos de vigilantes nigerianos, seus homólogos beninenses e forças de segurança.


Líderes comunitários confirmaram o número de mortos, embora algumas fontes humanitárias tenham sugerido números ligeiramente menores, indicando que a situação permanece instável e os detalhes ainda estão surgindo.

Não houve confirmação oficial por parte dos militares nigerianos, e as autoridades do Benim também ainda não esclareceram seu nível de envolvimento na operação. O incidente evidencia as crescentes tensões nas regiões fronteiriças, onde as comunidades se encontram cada vez mais divididas entre as operações de segurança e as acusações de colaboração com grupos armados que atuam na área.

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